Biodiversidade e a preservação de ambientes aquáticos

Podemos multiplicar por SEIS VEZES os ganhos de biodiversidade quando priorizamos a conservação de RIOS, LAGOS, RIACHOS, IGARAPÉS, BREJOS, ALAGADOS, VÁRZEAS e MANGUEZAIS, garantindo benefícios tanto para a biodiversidade aquática quanto para a terrestre. Uma pesquisa publicada na Science e realizada em parceria entre a USP e Universidade de Lancaster mostra que as ações de conservação precisam ser integradas.

Ambientes aquáticos são ecossistemas complexos de riquíssima biodiversidade e de importância estratégica ambiental, social, cultural e científica.

Esses ambientes alagados –permanente ou sazonalmente– são zonas de solos hidromórficos saturados com água, com o escoamento bastante lento. A infiltração a conta-gotas permite que a água atinja a subsuperfície e recarregue aquíferos, atuando na manutenção do ciclo hidrológico.

Essas zonas também são de vital importância para a conservação de aves migratórias, especialmente aves aquáticas, como estabelecido na Convenção de Ramsar em 1971. O Brasil é signatário do tratado desde 1996.

Saiba mais:

“Integrated terrestrial-freshwater planning doubles conservation of tropical aquatic species” – Science: https://bit.ly/2Gs2I0v
“Planejamento da conservação na Amazônia deve priorizar biodiversidade aquática, indica estudo”- Agência FAPESP: https://bit.ly/2GjygWw

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